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terça-feira, 20 de setembro de 2011

CHUPADA NO CARRO

Esta é uma história incrível que aconteceu comigo. Trabalho em uma repartição onde recebemos a visita de um empresário de uma cidade um pouco afastada. Eu e meu marido fizemos as honras do departamento para o comerciante que ainda não conhecíamos. Era um grupo de 11 pessoas a espera de Paulo. Ao chegar, meu marido foi logo falando: "Olha só! Pensei que era um velhote! O cara até que dá um caldo". Mas a minha opinião era bem diferente. O cara dava todos os caldos possíveis. Conversamos bastante com Paulo sobre a possibilidade dele trazer sua empresa para nossos cuidados. Em meio as conversas, percebi que ele me fletava com os olhos. Aquilo foi me excitando um pouco e acabei falando com o meu marido sobre isso. Ele nem deu bola e disse: "Investe! Quem sabe você não se dá bem hoje".
Depois das conversas, alguns que estavam com a gente já estavam indo embora, ficando apenas a Gilda e o André. Meu marido se ofereceu para levá-los em casa me deixando só com Paulo que tinha vindo de ónibus e já estava com a passagem de volta comprada. Ficamos ali conversando e ele acabou se insinuando para mim dizendo que meu marido era um homem de sorte, que eu era muito bonita, coisas desse tipo. Sabendo que meu marido estava para voltar a qualquer momento, não tive coragem de investir, mas acabei por beija-lo e sentir sentir seu cacete duro em meu ventre. O tempo foi passando e meu marido nada de chegar. Quando percebi que ele estava muito atrasado, resolvi levar Paulo até o ponto. Demos um último beijo e fomos pegar o meu carro. Como eu estava um pouco nervosa, pedi para que ele fosse dirigindo.
Fomos até perto do ponto de ónibus onde eu iria voltar. Ali ele começou a me cantar dizendo que mesmo sem muito tempo poderíamos unir o útil ao agradável.
A conversa mudou um pouco de foco, começamos a nos beijar, rolando um clima bem gostoso. Suas mãos foram deslizando em meu corpo até que ele pegou a minha mão e colocou por cima da sua calça. Fiquei ali apalpando aquele volume louca de tesão. Ele percebeu minha libido e tratou de botar seu cacete para fora pedindo para segurar.
Segurei aquele pinto lindo já doida pra sentar em cima dele. Mas como só tínhamos 15 minutos para o ónibus chegar, resolvi por conta própria colocar aquele membro na boca. Comecei a chupar bem gostoso, passando a língua pela cabeça, pelo corpo, pelo saco dele, fazendo um vai e vem daqueles...chupei ele todinho....engoli ele todo até encostar a boca no saco dele....ele ficava louco segurando meus cabelos e empurrando com força na minha boca....eu tirava da boca e lambia o pau todinho..como não poderíamos demorar muito por causa do ónibus, comecei a masturbar o pau dele rapidamente. Ele gemou forte dizendo ?to gozando? foi quando veio aquele jato gostoso de porra pelo meu rosto, cabelo, seios, na roupa, todo lugar!!
Nos despedimos e quando cheguei na empresa meu marido estava me esperando. Foi logo dizendo: "E aí!!! Conseguiu alguma coisa??? Eu respondi: "Você sabe que não. O tempo foi curto mas deu pra pagar um boquete". Meu homem ficou louco, me beijou, me lambeu, me.........bem, o resto vocês já sabem.......
Quando Paulo vier com sua empresa pra cá, vai ser a maior festa!!!!!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

DANDO NO TRABALHO

Sou Elena, uma mulher negra e muito gostosa. Nunca me considerei como tal, mesmo com o meu maridão falando que eu era a mais deliciosa de todas. Trabalho em um escritório onde vão muitas mulheres e poucos homens. Um desses homens começou a dar em cima de mim, mesmo sabendo que sou casada. Ele também é casado. Não dava confiança, mas gostava de ser cantada. Por outro lado, meu marido vivia colocando ideias em minha cabeça, do tipo: "Se outro homem te pegar, vai adorar", ou, "Você não é mulher para um homem só", ou ainda, "Queria ver você dando pra outro". Aquilo começou a me deixar mais solta e comecei a conversar mais abertamente com o outro carinha. Conversa vai. Conversa vem. Acabamos num belo beijo de língua que, apesar das minhas convicções puritanas, acabou me levando a outras intimidades com ele. Pelo menos uma vez por semana ele estava lá depois do meu horário de serviço, para falar em meu ouvido coisas impróprias que me levavam a fazer coisas impróprias como, beija-lo, lamber e morder seus mamilos, acariciar seu pénis, deixar que suas mãos percorram meu corpo, sentir seus lábios em meus seios. Estava ficando difícil controlar. Acabei não me controlando e dando pra ele ali mesmo, no meu local de trabalho. Ele me colocou na mesa e me comeu de frente, depois de costas, depois sentei em cima dele e depois fiquei traumatizada com o que havia acontecido. Afinal de contas sou casada. No dia seguinte dei gostoso pro meu marido. Foi um acontecimento diferente. Eu estava muito mais excitada com a transa. E meu marido insistindo que eu deveria dar pra outro. Não deu outra. Dois dias depois eu não resisti e contei tudo pra ele, mesmo sem saber qual seria a sua reação. Afinal de contas, uma coisa é fantasiar, outra é transformar a fantasia em realidade. Uma coisa é querer ser corno, outra é saber que é corno.
Resumo:
Continuei dando pro rapaz do trabalho e o sexo com meu marido ficou incrivelmente melhor. Meu marido me diz o que tenho que fazer no trabalho e depois me deixa completamente louca em casa. Já estamos pensando em falar com o rapaz que meu marido já sabe e quer participar. Mas de uma coisa não abro mão: Quero continuar dando no trabalho.

sábado, 30 de abril de 2011

CHUPANDO NO BECO

Eu e meu marido já tínhamos falado muito sobre certos desejos que gostaríamos que se concretizassem. Porém sempre ficou nos desejos. Até uma noite em que resolvemos sair, como sempre para beber um pouco e depois fazer umas sacanágens no caminho de casa. As fantasias serviam para levantar nossa libido que nessas noites ia a 1000. Paramos em um barzinho para o último gole e vimos um cara bonito que logo me chamou a atenção. Isso sempre acontecia e meu maridão gostava de me ver flertando com outros homens, mas nunca tinhamos passado disso. Dessa vez ele sugeriu que eu fosse um pouco mais atrevida. E depois de muito flerte, meu amor foi até o cara conversar. Ficaram um bom tempo e logo depois meu maridão voltou falando para irmos ao beco que ficava do lado do barzinho. O local era bem escuro e aquilo me dava um pouco de medo. Logo em seguida apareceu o tal cara. Meu marido mandou que eu ficasse tranquila, se afastou de mim um pouco e colocou o pinto pra fora. Enquanto isso o cara pegou minha mão e colocou sobre seu volume. E que volume! Fiquei alí passando a mão em seu pinto por cima da calça enquanto meu marido tocava uma punheta.
Ai o carinha tirou aquele cacetão e disse: Vem vagaba, vem chupar enquanto o corno do seu marido fica vendo.
Meu marido disse: Ajoelha, vai, anda!
Ajoelhei e olhei para o cacete do cara. Ele estava ali, com aquele caralho enorme e grosso, com cerca de 22cm apontado em minha boca. Segurei o cacete enquanto ele falava: Anda, sua puta. Chupa logo.
Meu marido também insistia: Anda amor, cai de boca.
Coloquei a boca no cacete enorme e comecei a chupar. Como era grande e grosso. Minha boca chegava a doer. Comecei a sugá-lo com força. O cara gemia muito. Podia sentir cada cm de sua rola na minha boca. Ele se contorcia de prazer com a chupada e elogiava meu jeito gostoso de eu chupar, circulando toda a cabeça da jeba durona. Depois engoli o pau até onde eu pude e continuei sugando intensamente e ele gemendo e falando palavrões. Lambia, mordiscava, fiz tudo que podia até ele gozar, só senti aqueles jatos de esperma na minha boca, e eu engoli até a última gota, chegava a escorrer nos contos da boca. Meu marido também havia gozado e saímos dali correndo sem ao menos olhar para traz. Depois dessa aventura, estamos com planos de armar outras por aí. Quem sabe você não é o felizardo.
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